No Mangal das Garças, em Belém, o Gavião-caboclo se revela em detalhes que encantam e ensinam. Ao lado do Técnico Ambiental Rafael Azevedo, o olhar se afina para compreender a ave, seu comportamento e sua importância no ecossistema.
Um registro que une observação, conhecimento e respeito pela vida silvestre — daqueles encontros que ficam na memória e despertam novas perguntas.
"A principal meta da educação é criar homens que sejam capazes de fazer coisas novas, não simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram. Homens que sejam criadores, inventores, descobridores. A segunda meta da educação é formar mentes que estejam em condições de criticar, verificar e não aceitar tudo que a elas se propõe." (Jean Piaget)
quinta-feira, 1 de outubro de 2026
GAVIÃO-CABOCLO (MANGAL DAS GARÇAS)
terça-feira, 1 de setembro de 2026
PLANTAS PARASITAS - HERBÁRIO IECOS UFPA BRAGANÇA
Nem toda planta vive de forma independente — e é aí que a natureza nos surpreende. As plantas parasitas são um exemplo fascinante de como a vida encontra diferentes caminhos para existir. Elas se conectam a outras plantas para obter água e nutrientes, revelando estratégias evolutivas únicas e, muitas vezes, pouco conhecidas.
Em uma conversa inspiradora com o Prof. Dr. Ulf, do Herbário do Instituto de Estudos Costeiros, em Bragança (PA), pude refletir sobre como essas espécies ainda despertam curiosidade, tanto na ciência quanto no nosso olhar cotidiano. Algumas são quase invisíveis, vivendo discretamente no solo, enquanto outras se mostram nos galhos das árvores, como as conhecidas ervas-de-passarinho.
Mais do que uma simples relação de dependência, o parasitismo vegetal nos ensina sobre conexões. Na natureza, nada está isolado. Cada organismo ocupa seu espaço e desempenha um papel no equilíbrio dos ecossistemas.
Observar essas plantas é um convite: enxergar além do óbvio e compreender que até as formas de vida mais incomuns carregam beleza, função e significado.
sábado, 1 de agosto de 2026
REAPROVEITAMENTO DO EXOESQUELETO DO CARANGUEJO
O exoesqueleto do caranguejo, muitas vezes visto como resíduo, pode se transformar em conhecimento. Reaproveitá-lo é descobrir ciência onde poucos olham, conectando biologia, sustentabilidade e inovação.
Um convite a repensar materiais, processos e o próprio olhar sobre a natureza. Porque até o que parece resto carrega aprendizado.
quarta-feira, 1 de julho de 2026
REAPROVEITAMENTO DA PELE DE PEIXE
A transformação química ganha novos sentidos no reaproveitamento da pele de peixe. Com a Professora Doutora Marileide Alves, o que antes era descarte se revela como matéria-prima para aprender, experimentar e inovar.
É ciência que transforma, que conecta química, sustentabilidade e educação — e que nos convida a olhar para os processos com mais curiosidade e consciência.
segunda-feira, 1 de junho de 2026
EMISSÕES DE CO2 DO SOLO DO MANGUEZAL
No solo do manguezal, processos invisíveis revelam emissões de CO₂ que contam histórias sobre ciclos, equilíbrio e mudanças ambientais. É ali, entre lama e raízes, que a ciência escuta a respiração do ecossistema.
Um convite a olhar além da superfície e compreender como o manguezal fala sobre clima, vida e futuro.
sexta-feira, 1 de maio de 2026
LAGA: PESQUISA COM ORGANISMOS AQUÁTICOS
Algumas conversas sobre ciência vão além dos conceitos e dos dados. Elas tocam trajetórias, escolhas e sonhos. Foi assim a conversa com a Professora Doutora Grazielle Gomes, geneticista, cuja caminhada científica inspira pelo conhecimento e, principalmente, pela humanidade.
Entre falas serenas e cheias de propósito, a ciência apareceu como um caminho construído com curiosidade, dedicação e compromisso. A genética, em suas palavras, ganha vida e sentido, conectando o invisível da molécula às grandes questões da vida, da educação e da sociedade.
Mais do que uma trajetória acadêmica, essa conversa nos lembra que fazer ciência é também acreditar, persistir e compartilhar. Que histórias como a da professora Grazielle sigam inspirando novos olhares, novas perguntas e novos caminhos na ciência.
quarta-feira, 1 de abril de 2026
domingo, 1 de março de 2026
Anableps sp.: O PEIXE QUE ENXERGA ACIMA E ABAIXO DA LINHA D’ÁGUA
A natureza definitivamente não economiza na criatividade. E o Anableps sp., popularmente conhecido como peixe-quatrolhos, é a prova viva de que a evolução adora pensar fora da caixa — ou melhor, fora da água.
Apesar do nome curioso, ele não tem quatro olhos, mas dois olhos altamente especializados. Cada olho é dividido em duas regiões funcionais:
👀 a parte superior enxerga o ambiente aéreo
🌊 a parte inferior enxerga o ambiente aquático
Ou seja, enquanto a maioria dos seres vivos precisa escolher onde olhar, o Anableps simplesmente olha para os dois mundos ao mesmo tempo. Multitarefas? Temos.
Esse peixe costuma nadar bem na superfície da água, com metade do corpo submerso e metade exposta. Assim, consegue observar insetos, predadores e qualquer movimentação suspeita acima da linha d’água, sem perder de vista o que acontece abaixo dela. Um verdadeiro sistema de vigilância biológica em tempo real.
Do ponto de vista científico, essa adaptação é fascinante. O olho do Anableps apresenta diferenças anatômicas no cristalino e na retina, permitindo que a luz seja focalizada corretamente tanto no ar quanto na água — dois meios com propriedades físicas completamente diferentes. Nada de improviso: aqui tem engenharia evolutiva de alto nível.
Ecologicamente, essa habilidade garante vantagens importantes para alimentação e sobrevivência, especialmente em ambientes costeiros e estuarinos, onde o peixe vive. Enquanto outros organismos precisam subir ou descer para investigar o ambiente, o Anableps apenas… observa tudo. Calmamente. Com eficiência. E com estilo.
Esse vídeo é um convite para lembrar que a biodiversidade não é só bonita — ela é engenhosa, estratégica e cheia de soluções que fariam qualquer laboratório de tecnologia morrer de inveja.
Conclusão científica (com leveza, claro):
👉 a evolução não cria criaturas estranhas… cria criaturas perfeitamente adaptadas. E algumas delas ainda fazem isso com muito bom humor.
Se a natureza fosse uma professora, o Anableps seria aquele aluno que senta na frente, presta atenção em tudo e ainda ajuda a vigiar a turma inteira. 😄🐟
domingo, 1 de fevereiro de 2026
MANEJO PARTICIPATIVO DO CARANGUEJO UÇÁ
Este vídeo apresenta o Manejo Participativo do Caranguejo-uçá, um trabalho desenvolvido pelo meu amigo Daniel Sousa, que destaca a importância do diálogo entre ciência e saberes tradicionais. A iniciativa valoriza as comunidades locais, promove o uso sustentável dos recursos naturais e reforça que conservar também é participar, cuidar e respeitar quem vive do mangue.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2026
OUTRAS PESCAS!
Confira esse encontro com a minha amiga, Professora Drª Roberta Barboza sobre outras pescas. Na oportunidade ela apresenta recursos didáticos para a educação básica, onde explora o regionalismo da região dos caetés.
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