"A principal meta da educação é criar homens que sejam capazes de fazer coisas novas, não simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram. Homens que sejam criadores, inventores, descobridores. A segunda meta da educação é formar mentes que estejam em condições de criticar, verificar e não aceitar tudo que a elas se propõe." (Jean Piaget)

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domingo, 20 de fevereiro de 2011

COGUMELOS DE CHAPÉU



 Mostrando as lamelas abertas

Após três dias de chuva em Bragança-Pará, consegui em uma trade fria chegar até o jardim da EEEFM Padre Luiz Gonzaga e fotografar esses Cogumelos de Chapéu, que por pouco não passam despercebidos. No instante em que fazia lembrei o filme “Querida encolhi as crianças” no visor de Maria Benedita (minha câmera) eles pareciam grandes que me fez imaginar (delírio mesmo) se eu pudesse vivenciar o filme e abrigar-me da chuva debaixo daqueles cogumelozinhos de apenas 7cm.
Lamentei ainda não estarmos em aula para usa-los como exemplar ilustrativo sobre o Reino Fungi.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

LESMAS MARINHAS

 
Após alguns meses fixado em álcool o animal passou a ter essa coloração. A imagem da foto não está muito boa por ter sido feita pela câmera do celular. Para ver a cor natural e o movimento dela clic nas fotos acima, que será redirecionado ao video feito pela aluna da EEEFM Padre Luiz Gonzaga, Delma Melo na Praia de Ajuruteua- Bragança- Pará.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

REPELENTE CASEIRO

Essa postagem não trás nem uma foto feita por mim, porém é de grande utilidade pública. Afinal informar é o maior objetivo deste blog. Recebi um e-mail através de um dos vários grupos de Biologia do qual faço parte, da bióloga Adriana Godoy em que ela recebeu a receita da Sra Ioshiko Nobukuni uma sobrevivente da dengue hemorrágica em que ensina a fazer um repelente contra o mosquito da Dengue e achei pertinente postar aqui. Abaixo o e-mail e a receita dela transcritos.
   "LEIAM, NÃO É SÓ PARA O MOSQUITO DA DENGUE."

Estou repassando, por entender tratar-se de uma solução fácil para um problema que vem se arrastando e adoecendo tantas pessoas. Se for possível, repassem.
Este repelente caseiro, ingredientes de grande disponibilidade, fácil de preparar em casa, de agradável aroma, econômico.   Em contato com pessoas, tenho notado que não se protegem, estão reclamando que crianças estão cheias de picadas.
Gostaria que a SUCEN sugerisse aos municípios distribuir este repelente (numa emergência) nos bairros carentes com focos da dengue, ensinando o povo para futuramente preparar e usar diariamente, como se usa sabonete, pasta de dente.
Protegeria as pessoas e ao mesmo tempo, diminuiria a fonte de proteína do sangue humano para o aedes maturar seus ovos, atrapalhando assim, a proliferação.
Não acham que qualquer ação que venha a somar nesta luta deveria ser bem vinda?
DENGUE I:
FAÇA O REPELENTE DOS PESCADORES EM CASA:
- 1/2 LITRO DE ÁLCOOL;
- 1 PACOTE DE CRAVO DA ÍNDIA (10 GR);
- 1 VIDRO DE ÓLEO DE NENÊ (100ML)
Deixe o cravo curtindo no álcool uns 4 dias agitando, cedo e de tarde;
Depois coloque o óleo corporal (pode ser de amêndoas, camomila, erva-doce, aloe vera).
Passe só uma gota no braço e pernas e o mosquito foge do cômodo. O cravo espanta formigas da cozinha e dos eletrônicos, espanta as pulgas dos animais.
O repelente evita que o mosquito sugue o sangue, assim, ele não consegue maturar os ovos e atrapalha a postura, vai diminuindo a proliferação. A comunidade toda tem de usar, como num mutirão. Não forneça sangue para o aedes aegypti!"
Ioshiko Nobukuni (Sobrevivente da dengue hemorrágica.)

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

MACROALGAS

 Catenella caespitosa
 Outra espécie de macroalga
 A mestranda Amanda Pinheiro
Graduando em Biologia Pedro Dorta
Em uma visita esse ano ao Campus de Bragança da Ufpa fui dar um abraço em meu amigo futuro orientador de mestrado Dr Marcus Fernandes no laboratório LAMA- Laboratório de Ecologia de Manguezais, vi a mestranda Amanda Pinheiro e o graduando Pedro Dorta separando pequenas amostras, que encontravam-se mergulhadas em água em placas de Petri.  Perguntei o que faziam e disseram que separavam  macroalgas. Acompanhada de Maria Benedita registramos as minúsculas macroalgas, as das fotos não mediam 2cm.
As macroalgas ocorrem fixas em substrato sólido, daí serem classificadas como seres bênticos, ocorrem como plâncton por períodos muito curtos de tempo são os esporos e gametas. Lembrando também que as algas são a base da cadeia alimentar.

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