"A principal meta da educação é criar homens que sejam capazes de fazer coisas novas, não simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram. Homens que sejam criadores, inventores, descobridores. A segunda meta da educação é formar mentes que estejam em condições de criticar, verificar e não aceitar tudo que a elas se propõe." (Jean Piaget)

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domingo, 27 de novembro de 2011

ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL PROFESSORA ROSA ATHAYDE

 Equipe do projeto "TECNOLOGIAS DO SÉCULO XX E XXI"




 O construtor naval e suas obras.

 Equipe do projeto "TECNOLOGIA RURAL"





Essa semana fui surpreendida com um convite via e-mail. A direção da EMEF Rosa Athayde do  Município de Augusto Corrêa- Pará, me convocará para ser avaliadora dos projetos de sua feira pedagógica que teve como tema "TECNOLOGIA E SOCIEDADE". Como sou apaixonada por feiras e eventos educacionais, pois sempre aprendemos algo, que podemos utilizar em nossa prática, aperfeiçoando e dando excelência ao ofício por muitos desvalorizado que é o da profissão de PROFESSOR. Chego no ritmo da empolgação dos alunos expositores, e recebo a lista dos projetos que seriam avaliados por mim. Vou até o local e a surpresa com temas relevantes e atuais, a dedicação de professores e alunos, me contagiou mais ainda. O delírio veio ao passar por uma sala e ouvir um professor comentando: "Foi ele que fez". Entrei e vi dois navios de MIRITI uma madeira daqui da região Amazônica, um foi construído ano passado que era a réplica do TITANIC e o outro um transatlântico ultra moderno. Embora não exata a escala foi o que mais me chamou atenção nos detalhes. É foi ele que fez, Luiz Carlos um garoto de 16 anos do. Fez sozinho. Não me contive e chamei Maria Benedita, minha câmera, e registramos a genialidade do garoto. 
Ao entrar em outra sala mais maquetes, com muita dedicação retratando a "TECNOLOGIA NO MEIO RURAL", utilzaram terra, e maquetes também da mesma madeira. Um realismo impressionante dessas crianças. Crianças essas que por 17hs me encantaram e surpreenderam. Parabéns à escola. E aqui talvez fique a pergunta, o blog não é de Biologia? Na verdade "ERA". Apartir desta postagem e por eu estar aberta para novas formas de conhecimento e novas metodologias do meio educacional, anuncio que este blog tratará de diversos outros assuntos deste setor. Lógico desde que a blogueira aqui seja surpreendida e se encante. Até a próxima!

sábado, 19 de novembro de 2011

ANDORINHAS


Tachycineta sp
Quem acompanha este blog, já deve ter percebido que minha cor preferida é azul, até a música que um dia fiz a letra, chama-se AZUL. Sendo admiradora desta cor, não poderia deixar passar em branco a ave desta postagem. É um animal que vive em casais, grupos familiares ou solitária, sempre nos rios, corixos e baías. Voa próximo à água, apanhando insetos em rápidos movimentos de ida e vinda. Pousa nas galhadas parcialmente submersas ou raízes. Essas aves são rigorosamente entomófagas, sendo um dos maiores consumidores de plâncton aéreo, comem cupins, formigas, moscas e até abelhas. As pessoas perguntam por que ando tão sorridente. Claro! Eu vi o passarinho azul. Não só vi como fotografei!
FONTE: Ararajuba

sábado, 12 de novembro de 2011

ILHA DE CANELAS

  
Pescadores, "despescando" os currais, uma prática artesanal de pesca.
 Pôr-do-sol na ilha

 A fauna do lugar, apenas parte dela.
Em minhas últimas três postagens, pode estar parecendo que ando saudosa de minhas câmeras analógicas, por estar colocando aqui minhas fotografias feitas com elas. Nada disso, o que acontece é que resolvi postar essas fotografias também de uma fase muito boa de minha vida, que foi a época em que fiz minha primeira graduação a de Licenciatura em Ciências Biológicas na UFPA Campus de Bragança. Aqui posto minhas viagens à Ilha de Canelas. A ilha de Canelas, ou ilha da Passarada, como é mais conhecida, fica a 5 km de Bragança, no litoral norte do Pará. Localiza-se na costa do município de Bragança que fica a 210 Km de Belém do Pará. É conhecida por ser o maior ninhal de Guarás, o Eudocimus ruber, do mundo, ainda também hospedando maçaricos, gaviões e cinco tipos de garça. Possui praias e mangues, onde localizam-se os ninhais. Atualmente encontra-se deserta, sendo ocupada por pescadores que a utilizam esporadicamente como dormitório. A Lei municipal nº 3.280, de 29 de outubro de 1997, do município de Bragança, tornou a Ilha do Canela uma área de proteção e preservação ambiental permanente. Nas fotos de parte da fauna aquática há moluscos e um cnidário uma anêmona, que não passaram despercebidos pelo meu clic. Se vier visitar a Ilha de Canelas, lembre-se do lema do turista ecológico: "NÃO TIRAR NADA ALÉM DE FOTOS, NÃO DEIXAR NADA ALÉM DE PEGADAS, NÃO MATAR NADA ALÉM DO TEMPO."

sábado, 5 de novembro de 2011

CHIFRUDO


Ainda na faxina feita em minhas gavetas, encontro a foto que foi um dos meus primeiros encantos no curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da UFPA- Campus de Bragança  Confesso que não senti nem uma repulsa, mas fui tomada de uma admiração pela morfologia do animal. Os apêndices cefálicos (chifres) são para as disputas entre outros machos pela fêmea. Diversidade maravilhosa que a cada dia me encanta e surpreende incasavelmente a cada vez mais.

domingo, 30 de outubro de 2011

ANACÃ


Esta semana enquanto arrumava algumas gavetas e encaixotava alguns pertences, encontrei essas fotos que fiz quando passeava por Bragança do Pará, minha cidade, em uma tarde de sábado ainda com ROBERTA minha antiga câmera analógica. Passo pela frente da casa de uma amiga e vejo esta ave linda, que estava no pátio, após uns clics que fiz, fiquei sabendo que ela possuia uma deformação em um dos pés. Quando fui levar as fotos para minha amiga, a ave não estava mais lá, pois o cachorro da casa ao lado a tinha matado.
Lamentações à parte, ANACÃ é o nome popular da espécie Deroptyus accipitrinus possue uma expectativa de vida de aproximadamente 60 anos, alimenta-se de frutos e insetos, é um dos passáros mais vistosos da Amazônia. Tendo sua distribuição geográfica no Brasil, é restrita à Bacia Amazônica, norte do Mato-grosso e leste do Maranhão. 
FONTE: http://www.criadourobichodomato.com.br

domingo, 23 de outubro de 2011

RODELAS NO JARDIM

 O diâmetro do chapéu é o de uma moeda de R$1,00.

Rodelas brancas na grama verde ! Essa foi a primeira idéia que tive ao ver os fungos no jardim da EEEFM Yolanda Chaves . Trata-se de cogumelos do gênero Conocybe sp que ocorrem em locais onde há umidade e calor, as extremidades das diferenças climáticas é o ambiente ideal para sua proliferação.  A maioria tem um pé delgado e frágil e são delicados, crescendo em pradarias sobre musgo e ervas mortas, dunas de areia, madeira em decomposição e excrementos de animais. As espécies de Conocybe sp preferem geralmente solos férteis em relvados e pastagens e encontram-se distribuídas por todo o mundo.           
FONTE: FACEBOOK

domingo, 16 de outubro de 2011

BELEZA RUBRA

Acho que torce pelo flamengo!
Em Bragança do Pará, uma tarde de folga, uma rua, um terreno abandonado, Maria Benedita (minha câmera) e eu. O que isso pode resultar? Acertou quem disse FOTOGRAFIA. Entre outras espécies de animais e plantas que encontrei naquele espaço, algo vermelho em uma folha verde de súbito me chamou atenção, tratava-se de um inseto, que segundo meu amigo, Profº Ms Ivanei Araújo, trata-se de um coleoptera, da espécie Botanochara impressa Panzer (1798). Em seu vermelho sangue, com pintinhas pretas foi várias vezes fotógrafado, não quis perder nem um ângulo dele, quem sabe me resulte em estudos mais aprofundados no futuro? Herbívoros, são capazes de devorar folhas de plantas em geral e acabar com plantações de batata doce. O que não faz que percam a beleza rubra que possuem.

domingo, 9 de outubro de 2011

LIBÉLULA

 Essas asas devem ter sido inspiração para várias rendas e croché.

 Detalhes das asas.

 Região dorsal.
 Região ventral.
Ela entrou em minha cozinha ao meio dia, eu só consegui fotógrafa-la às 20hs do mesmo dia na sala de estar. No dia seguinte ela estava morta o que me premitiu fazer as fotos do dorso e ventre. Foi instântanea a ligação que fiz do animal e o filme que assiti a alguns anos com meu amigo Nilson Mesquita do blog CIDADANIA E SUSTENTABILIDADE lembro que ele segurava-se para não me revelar o final da trama tão bem elaborada. Então aqui uma postagem em nome de nossa amizade. As larvas das libélulas são exclusivamente aquáticas, então, quando a fêmea encosta o abdome na água, ela está liberando seus ovos, que depois de algum tempo vão eclodir, liberando as larvas desse inseto. Algumas espécies preferem depositar seu ovos nas flores de bromélia, pois as larvas delas se alimentam de mosquitos que se desenvolvem também dentro dessas plantas. O hábito alimentar das larvas, portanto, colabora para controlar o número desses insetos que podem transmitir um incontável número de viroses. Outra curiosidade é que não ferram. Nadam rapidamente e comem qualquer criatura que as mandíbulas consigam agarrar, mesmo um peixinho.
FONTE: CIÊNCIA HOJE PARA CRIANÇA

domingo, 2 de outubro de 2011

O AQUÁRIO

 Jamison, Yure e João Victor.
O camarão.
A observação.


 Olhos curiosos.
Acará
Tudo parecia ser um dia normal na EEEFM Drº Francisco de Paula Pinheiro quando para minha surpresa entram na sala da 6ª série, meus alunos da 8ª série chegam com um aquário, anunciando com muita satisfação o que havia dentro dele. Alguns camarões e um peixe amazônico conhecido como ACARÁ-AÇU. Em busca de mais informações me bombardearam de perguntas, que tento aqui responder, confesso que por este motivo não me importei em ter o fim da aula interrompido. Os CAMARÕES realizam a ecdise, que é a mudança do exoesqueleto dos artrópodes o que proporciona o crescimento. No processo reprodutivo as fêmeas são fertilizadas pelo macho após sofrerem a muda pré-nupcial. Em algumas horas os óvulos são liberados e fertilizados após passarem pelo espermatóforo e se fixam sob o abdomem até a eclosão. A fêmea produz cerca de 5.000 a 100.000 ovos que podem levar aproximadamente 20 dias para eclodir a 28ºC. As larvas eclodem e nadam livremente na água, onde passam por 11 estágios. As larvas o são por 30 a 40 dias, quando então metamorfoseiam para pós-larva. Os ACARÁ-AÇU são peixes onívoros, com forte tendência a carnívoros, consumindo pequenos peixes, insetos, crustáceos e frutos/sementes. Vivem principalmente em lagos de várzea e lagoas marginais. Não são migradores. Atingem a maturidade por volta de 10-12 meses e desovam mais de uma vez por ano, com cerca de 1.500-2.000 ovos por desova. Formam casais na época da reprodução e protegem a prole. Os adultos são muito apreciados como alimento e os alevinos como peixe ornamental.
                    Colégio Web

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